Citroën lança novo C3 só para os mercados emergentes

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Por VM 17-09-2021 12:15

"Garantir o futuro da Citroën passa pelo aumento da nossa presença internacional, reforçando a nossa oferta em todos os mercados onde estamos presentes, tais como a América do Sul, Médio Oriente, África, Ásia e China, abrindo-se a outros como a Índia, que em breve será o terceiro maior mercado automóvel do mundo”. Assim resumiu Vincent Cobée, diretor geral da marca francesa, a ideia de avançar com o lançamento de uma versão do popular C3 criado à medida dos mercados emergentes.

Europa vs. resto do mundo

Mantendo as dimensões compactas do modelo europeu, abaixo dos 4 metros de comprimento, este novo C3 é o primeiro da estratégia global ‘C Cube’ (C ao cubo), que confia parte da convergência de estilo e desenvolvimento às equipas de cada região para desenvolver um veículo único. Sempre partindo de uma versão modificada da plataforma CMP, adaptada às condições de cada mercado, mantendo as dimensões compactas do modelo europeu (3,98 metros), mas com maior distância ao solo (180 mm) e com o formato ‘insuflado’ que é moda na indústria automóvel. Já no interior do novo pequeno SUV da Citroën, espaço para cinco ocupantes e mala com até 315 litros de capacidade. O painel de bordo é dominado pelo ecrão de 10 polegadas do sistema de infoentretenimento, compatível com Apple CarPlay e Android Auto e respondendo a comandos por voz.

Também diferente do C3 que se comercializa na Europa é o design da dianteira, bem mais ‘colado’ ao estilo do C4 e do C5 X, com grupos óticos divididos e grelha cromada que está ligada ao logótipo da Citroën, prolongando-se até às extremidades, onde forma um ‘Y’.

Dependendo da região, uma placa de proteção inferior - também existente na traseira - e placas de proteção dianteiras e traseiras reforçam o visual ‘aventureiro’, mesmo que a sua vocação seja vincadamente urbana. Nas laterais da carroçaria, há também cápsulas protetoras incrustadas na carroçaria, combinadas com os guarda-lamas alargados e rodas de grandes dimensões (635 mm). Ao mesmo tempo, as projeções curtas permitem ao veículo abordar ângulos inclinados e todos os desafios por estradas acidentadas – os ângulos de ataque (à frente) e de saída (atrás) foram cuidadosamente estudados e a carroçaria foi ajustada para evitar bater no solo numa abordagem a uma descida ou subida ingremes, na passagem por uma deformação da estrada, ou na transposição de um obstáculo.

Na Índia, por exemplo, a rede rodoviária é a segunda maior do mundo, com 5,5 milhões de quilómetros de estradas. No entanto, 40% das estradas não estão alcatroadas…

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