«Não há igual a Portimão»

Fórmula 1

Por José Caetano 30-04-2021 08:22

Fotos: AP

No Mundial de 2021, quatro campeões nas grelhas de partida da Fórmula 1: Hamilton, Vettel, Räikkönen e Alonso. O piloto de Oviedo (Astúrias), depois de dois anos noutras aventuras (sagrou-se campeão do Mundo de Resistência em 2018/19, numa época que incluiu duas 24 Horas de Le Mans, que ganhou, com a Toyota), encontra-se no início da 18.ª temporada numa categoria em que coleciona 314 grandes prémios, 32 vitórias, 22 poles e 97 pódios, com as equipas Minardi, Renault, McLaren ou Ferrari. Em Portimão, através de videoconferência, devido à obrigatoriedade de distanciamento imposta pela Covid-19, entrevistámo-lo.

- Primeiro grande prémio da carreira em Portimão… O que pensa do circuito?

- Sim, é a primeira vez, mas conheço bem o circuito de diversos testes e posso dizer que é fantástico. Percorremo-lo a pé hoje de manhã [ontem] e reconfirmei tudo o que sabia. As mudanças de elevação, as curvas, tornam-no muito desafiante e interessante, mas tenho de esperar pelos primeiros treinos para perceber como é que o Alpine pode comportar-se aqui.

- Regressou este ano ao Mundial, após duas temporadas de ausência… Quais são as expectativas para a corrida e a temporada?

- Sinto-me muito bem e felicíssimo por estar de volta à Fórmula 1… Decidi regressar depois de pensar nos prós e nos contras do desafio, mas a mudança nos regulamentos em 2022 alimenta-nos a esperança de podermos tornar-nos supercompetitivos. Mas, a temporada de 2021 também é excitante, pois permite-nos descobrir circuitos, equipas e pilotos novos. Estamos em Portimão depois de Ímola, está confirmada a substituição de Montreal por Istambul e, no final da época, temos, também, a estreia de Jeddah, da Arábia Saudita. Esta temporada é ótima para aprender mais e preparar-me para 2022.

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