Volvo XC40 Recharge é SUV 100% elétrico

Com autonomia para até 418 km elétricos, o modelo sueco chega a Portugal com a partir dos 57.150 €.

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Por VM 31-03-2021 14:01

Na Volvo, a estratégia de sustentabilidade ambiental da Volvo passa pelo já anunciado abandono de motorizações térmicas em 2030, sendo que a partir de 2025 a marca sueca espera que 50% das suas vendas estejam já a cargo de modelos 100% eletrificados. O XC40 Recharge, o primeiro modelo 100% eletrificado na gama Volvo, irá contribuir ativamente para essa meta, tal como o C40, que se diferencia, na traseira, pelos laivos de SUV coupé.

O primeiro acaba de iniciar a comercialização no mercado nacional, com preços que se iniciam nos 57.150,74€ (versão standard Twin Plus) ou 61.106,42€ (versão Twin Pro), estando também disponível a opção de renting a partir dos 800€/mês (versão standard Twin Plus) ou 850€/mês (versão Twin Pro).

A propulsão elétrica está a cargo de dois motores (um por eixo, o que garante a tração integral) com potência total na ordem dos 408 cv, alimentados por bateria de iões de lítio de 78 kWh de capacidade total, suficiente para uma autonomia anunciada de 418 km, em ciclo WLTP – já com previsão de valores superiores mediante futuras atualizações de software.

Ligado a um posto rápido de 150 kW, a Volvo anuncia a possibilidade de recarregamento de 80% da bateria em 40 minutos.

O interior, com posto de condução elevado, é marcado pela ausência de qualquer material revestido a pele de origem animal e irá contar com a última geração do sistema de infoentretenimento desenvolvido em parceria com a Google e baseado no sistema operativo Android, com dados ilimitados para melhor aproveitamento de todos os serviços integrados.

O XC40 elétrico é o primeiro modelo da marca equipado com a nova plataforma Advanced Driver Assistance Systems (ADAS) que inclui software desenvolvido pela Zenuity, uma joint venture detida pela Volvo Cars e pela Veoneer. Esta nova plataforma ADAS apresenta um conjunto de radares, câmaras e sensores ultrassónicos. Devido à sua estrutura, poderá receber desenvolvimento adicional que servirá de base para a introdução de tecnologia para a condução autónoma.

 

 

 

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