Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine No Camry, motor a gasolina e sistema elétrico ‘rendem’ 218 cv A espessura do painel de bordo foi reduzida para oferecer melhor visibilidade frontal ao condutor; o habitáculo está bem construído com bons materiais, como é habitual na marca nipónica Topo de gama japonês dispõe de três programas de condução (Eco/Normal/ Sport) e modo exclusivamente elétrico para um par de km Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Mala do Camry tem 524 litros de capacidade Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Bancos traseiros disponíveis em dois ‘formatos’: rebatimento 60:40 ou reclináveis 40:20:40 com encostos de cabeça largos Toyota Camry Hybrid Limousine O Camry é comercializado em mais de 100 países e tem mais de 19 milhões de unidades vendidas, a uma cadência média de 700.000 veículos por ano Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine O aumento da procura de híbridos levou a Toyota a relançar o Camry na Europa, após ausência de 15 anos causada por insucesso comercial Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Toyota Camry Hybrid Limousine Sistema híbrido alia motor a gasolina de 2,5 litros (178 cv/221 Nm) a unidade elétrica (120 cv/202 Nm); potência total: 218 cv VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line No Arteon, motor 2.0 TDI de 190 cv competentíssimo VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line No habitáculo, qualidade de materiais e montagem em alta; caixa DSG admite comando manual-sequencial por patilhas no volante VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line Versão de equipamento R-Line está posicionada no topo da gama; Driving Mode Selection de série com cinco programas à escolha No habitáculo, qualidade de materiais e montagem em alta; caixa DSG admite comando manual-sequencial por patilhas no volante VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line No VW, bagageira e acesso mais amplos Camry com carroçaria de 4 portas e Arteon com 5 portas Berlinas topo de gama com motorizações distintas Após ausência de 15 anos, o Camry regressa para substituir o Avensis no topo da gama da Toyota. Na VW, o Arteon está acima do Passat, no lugar que pertencia ao Phaeton, sucedendo ao CC.

Toyota Camry Hybrid Limousine vs VW Arteon 2.0 TDI DSG R-Line

Porta-estandartes

CONFRONTO

Por Vítor Mendes da Silva 02-12-2019 09:25

Fotos: Gonçalo Martins

Com o Diesel a perder terreno para motorizações alternativas, condições ótimas para a Toyota fazer regressar o Camry ao seu catálogo europeu. Na sua 8.ª geração (a 1.ª é de 1982…), o japonês ressurge com todos os trunfos de que necessita para se afirmar como porta-estandarte de nova família de modelos da marca, também, no Velho Continente. O modelo destaca-se logo pela estampa imponente de medidas avantajadas (4,8 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,4 m de altura e 2825 mm de distância entre eixos), passando pelo visual moderno, que não tem o estilo irreverente de um C-HR nem elementos vincadamente racing inspirados no Supra, mas é elegante e conservador como convém em modelo dirigido a cliente-tipo em idade mais madura, lançado também a pensar (muito!) nas frotas.

No topo da gama da VW, o Arteon substitui o Phaeton e, simultaneamente, sucedendo ao CC, com o objetivo claro de recuperar imagem de personalidade e arrojo que há muito não se via para os lados de Wolfsburgo. Destaque, então, para a imagem exterior, na mouche, com a adoção do formato que não falha: arquitetura da carroçaria fastback (5 portas), em vez de mais conservador sedan de três volumes bem vincados e de quatro portas.

Visualmente, Arteon e Camry são, à sua maneira, automóveis emocionantes que aproximam (mais) as respetivas marcas das referências premium do segmento médio (D). Mas não se trata apenas de fogo de vista! Ambos oferecem experiência de condução refinada e envolvente, a que não é alheia a generosidade das motorizações tão diferentes.

No Toyota, o destaque vai inteirinho para a tecnologia híbrida, com o novo 4 cilindros de 2,5 litros auxiliado por motor elétrico, gerando um total de 218 cv. A unidade térmica integra avançadas tecnologias da Toyota, como o VVT-i Dual com VVT-iE (sistema inteligente de abertura variável de válvulas para motorizações híbridas) para otimizar o rendimento, minimizar as emissões e favorecer a eficiência do consumo de combustível. Além disso, o conjunto híbrido utiliza a tecnologia Sequential Shiftmatic, que permite ao condutor fazer as passagens da caixa (do tipo de variação contínua) através do seletor na consola, imitando o funcionamento de uma caixa automática convencional de seis relações.

Aplauda-se o bom nível das prestações, a suavidade e resposta do sistema híbrido, capaz de acelerar o Camry sem esforço em todas as solicitações da condução. A troca de relações, sendo artificial, beneficia a experiência.

Já sob o capot da berlina de topo alemã, está um Diesel. Esta versão com motor 2.0 TDI de 190 cv, acoplado a transmissão de dupla embraiagem de 7 velocidades DSG, é uma das mais procuradas no nosso país, pelo interessante posicionamento na gama, abaixo do musculadíssimo Diesel de 240 cv e 500 Nm, oferecendo ao mesmo tempo prestações convincentes e o funcionamento suave que funciona bem com este tipo de automóveis e, sempre importante, consumos comedidos. Apesar de se tratar de um carro pesado, nunca sentimos que o motor tivesse falta de potência ou de binário. E mesmo quando o esforçamos no modo mais desportivo da caixa de velocidades, não somos incomodados por ruído ou vibrações, pois tudo é atenuado ainda dentro do compartimento da mecânica.

Dinamicamente, mesmo selecionando-se o modo de condução mais confortável, a berlina da VW também nunca chega a ser demasiado bamboleante e no acerto mais desportivo mantém uma margem de conforto aceitável, até porque tem uma afinação mais seca do que o Passat, sem ter de atingir os patamares de firmeza do Audi A5, por exemplo...

O novo topo de gama japonês está assente em plataforma ótima, a nova arquitetura global da Toyota (TNGA), com que se pretende estabelecer novo padrão de qualidade e sofisticação tecnológica aos seus veículos. A forma ágil e segura como se deixa conduzir com dois dedos é mérito desta estrutura leve e altamente rígida, mas o baixo centro de gravidade do veículo e a boa capacidade de processamento do conjunto mola/amortecedor ajudam a explicar qualidade de rolamento, conforto e estabilidade acima da média, mesmo se a reação é a típica de berlina com trejeitos de limousine, privilegiando claramente o conforto de rolamento. Aqui, às de trunfo contra o rival de ocasião, valendo-se também da capacidade de ser movimentado só com motor elétrico, além do impulso do mesmo associando-se à unidade térmica, em aceleração, fazendo com que o Camry deslize com suavidade sobre o asfalto que o Arteon não tem...

Espaço também não falta para cinco adultos viajarem em classe executiva: os bancos traseiros rebatem-se manualmente ou através de comando elétrico, a partir de ecrã tátil montado no apoio de braços central, e através do qual é possível comandar, também, a climatização e o sistema de som. O topo de gama da VW compensa com porta-bagagens mais amplo.

Com o Arteon e o Camry, VW e Toyota têm alternativas muito válidas a modelos de posicionamento mais premium na categoria. Para a concretização desse objetivo, os caminhos não poderiam ser mais distintos. A Toyota não foge do trilho da hibridização, fórmula que aperfeiçoa de forma notável a cada lançamento. No Camry, o módulo que combina unidade elétrica e o novo 4 cilindros de 2,5 litros, com 218 cv no total, diz bem do patamar de desenvolvimento da tecnologia: silencioso, competente em todas as solicitações de condução e poupado. Toyota e VW consomem praticamente o mesmo. O Diesel de 190 cv debaixo do capot do Arteon, apesar das prestações convincentes e o funcionamento suave que casa bem com este tipo de automóveis, não se aproxima do híbrido em refinamento. E também não se superioriza em qualidade, habitabilidade, equipamento e preço...

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