Novas ideias sobre os veículos de condução autónoma

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Por Auto Foco 14-05-2019 10:35

O Instituto de Ciberciência da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, promoveu um inquérito que permitiu aos seus investigadores concluírem que o público irá dividir-se sobre aos automóveis autónomos do futuro.

Baseando-se na análise aos resultados da sondagem, os responsáveis daquele instituto consideram que haverá um grupo de potenciais consumidores que “não aceitará que uma inteligência artificial (AI) vai ser capaz de pensar e reagir tão eficazmente do que o ser humano”; mas que outro grupo “recusar-se-á a confiar a sua vida a uma máquina”.

Os investigadores referem que as pessoas que estiverem “habituadas a interagir com equipamentos inteligentes não terão problemas em aceitar que a AI seja tão confiável e certeira como um humano”, enquanto os mais renitentes serão céticos sobre essa equiparação. “Vai ser preciso convencer estes potenciais utilizadores que o carro autónomo não vai ser igual a uma pessoa ao volante, mas que vai ser ainda melhor, pois os automóveis autónomos não ficam cansados, não se distraem e não fazem movimentos imprevistos”, diz-se no relatório do estudo.

Os investigadores do Instituto de Ciberciência da Universidade da Pensilvânia propõem aos construtores automóveis remover dos automóveis autónomos “todos os componentes que possam permitir ao ser humano conduzir, incluindo o volante e o painel de instrumentos” e em sua substituição seja instalada tecnologia que “simule a condução como se fosse um vídeo-jogo”. “Este tipo de interatividade e conectividade melhoraria a sensação de segurança para os mais céticos que tenham receio da falta de controlo”, refere-se no estudo.

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