No painel central (tátil, 8’’) é dada inúmera informação acerca da autonomia e dos tempos de carregamento consoante o tipo de terminal Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Posição de condução elevada e poucas diferenças face aos restantes Kauai, embora o painel digital tenha outro grafismo e dados relativos à ação elétrica. Patilhas no volante para efetiva regeneração da energia (4 níveis) Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Há 4 modos de condução que permitem alterar a resposta do motor elétrico, alterando assim a estimativa da autonomia (de ECO a Sport) Teclas para operar a caixa automática Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium Hyundai Kauai Electric Premium O ‘pack’ de baterias está arrumado sob o piso, daí a posição elevada dos bancos, inclusive no lado do condutor. Bancos em pele e tecido Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Botão rotativo da transmissão do Leaf Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Sistema ProPILOT ativa-se por botão no volante, gerando um perímetro de segurança que também permite regular distâncias ao veículo da frente O habitáculo modernizou-se e a qualidade dos materiais é inatacável, assim como a montagem, algo que é emblemático na Nissan Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Bancos forrados parcialmente a pele no bem equipado nível Tekna. A posição de condução também se encontra num plano elevado, sem exagero Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna Nissan Leaf Tekna

Hyundai Kauai Electric vs Nissan Leaf Tekna

Energia limpa

CONFRONTO

Por João Ouro 10-02-2019 12:37

Fotos: Gonçalo Martins

A equação é fácil, uma vez que à maior capacidade/densidade energética das novas baterias (iões de lítio) corresponderá maior número de quilómetros e autonomias superiores. Adeus ansiedade, sem que haja assim tanta necessidade de recargas a todo o instante. Bem melhor! Mas há, ainda, o outro lado do problema, que diz respeito aos longos tempos de recarga, pelo menos nos postos domésticos normais, o que, admita-se, não é coisa pouca: no caso do Kauai, por exemplo, o tempo varia entre 9h35 m e intermináveis 31 horas, já que a capacidade da bateria atinge 64 kWh.

Melhor na autonomia (de 430 a 460 km), bem pior no abastecimento, mesmo que nos terminais rápidos se possa fazer essa operação entre 54 e 75 minutos (até 80%). Para o Leaf, o cenário é parecido, mas ao contrário, ou seja, com diferenças assinaláveis, uma vez que a bateria de 40 kWh é mais rápida a carregar (mesmo assim entre 15 a 21 h lá em casa; ou 40 minutos em terminal rápido de 50 kW), mas piorando o nível da autonomia, com médias que oscilam entre 220 e 240 km. Assim, além das contas comuns (custo do kWh, encargo de potência e horários de carga) é preciso ainda determinar bem o tipo de utilização e calcular qual o melhor compromisso. Ou seja, talvez não compense ter uma autonomia muito longa, se depois é necessário esperar demasiado tempo nas fases de recargas. O equilíbrio entre estes aspetos é assim o ponto essencial para balizar a decisão, sendo que no caso dos automóveis a jogo há estratégias de poupança que permitem alargar a autonomia e reduzir os consumos. No caso do Nissan, o sistema e-Pedal gera maior efeito regenerativo, bastando desacelerar para travá-lo ou pará-lo totalmente. E bastará apenas utilizar o acelerador, o que é ideal para o trânsito citadino.

Já no Hyundai, o modo ECO+ é parecido (limite de 90 km/h) e existem ainda níveis de regeneração de energia que se selecionam nas patilhas do volante. Se se ativar o modo Sport, a lógica já é bem diferente, sendo aí que o motor de 204 cv demonstra toda a capacidade, ficando o Kauai sujeito a acelerações rápidas e a reações não de um elétrico comum, mas ao jeito de uma locomotiva... Esse débito de energia é de tal forma visível que é fácil vê-lo a voar, sendo vantajoso não desligar o controlo de tração e o ESP. Quase espantoso! É pena que a direção não consiga digerir com maior exatidão tamanha potência, ao mesmo tempo que se pressente o peso e a maior distância ao solo nas atitudes (assíduas) de subviragem. Nada de grave, mas a exigir um certo cuidado nas correções.

Na dinâmica, o Leaf é mais eficaz/equilibrado, algo que se deve às melhorias estruturais efetuadas (chassis e suspensões) e ao inferior centro de gravidade, mais baixo e largo do que antes, pelo que as reações em estrada também são mais confortáveis, em especial a curvar, acima do comportamento exposto pelo Kauai, este mais perto das atitudes dos modelos crossover/SUV. Por outro lado, o ruído de rolamento do Nissan é inferior e o isolamento do habitáculo mais efetivo, algo que o conforto agradece de novo, mesmo que o ambiente a bordo não seja tão moderno como no caso do adversário. Bastam poucos anos de diferença nos projetos (e a favor do Kauai) para que isso suceda, mesmo que o Leaf (versão Tekna) até esteja mais equipado (série), sendo também o automóvel mais acessível, num montante que poderá excluir à partida qualquer veleidade para o Hyundai, existindo um intervalo de 5250 € que é difícil de ultrapassar. E a gama Leaf engloba ainda outras versões mais acessíveis, embora menos equipadas. No nível Tekna, a mais-valia de alguns itens (luzes LED, câmara a 360º e sensores de parque à frente) é visível, mesmo perante o nível Premium afeto ao Kauai.

Por fim, nas contas do gasto energético é usual que as médias obtidas pelo Kauai sejam inferiores às das do Leaf, mas isso não lhe permite recuperar de forma significativa o valor mais elevado de aquisição. Por cada 100 km: 2 a 2,50 €. E limpos! 

 

A 2.ª geração do Leaf evoluiu bastante face à antecessora e o êxito comercial é inequívoco, pelo menos quando se confrontam números de vendas, tratando-se de um modelo que é autêntico protagonista da chamada revolução silenciosa, a qual se avizinha. Agora, tem um rival de peso, nada menos do que o Kauai, cujo único senão é não ter a dinâmica eficaz do Nissan. No resto, só vantagens: melhor rendimento e prestações, maior autonomia e consumos mais baixos. O preço acima do Leaf é que o retrai...

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