BMW X1

Marcação direta

Apresentação

Por Vítor Mendes da Silva 18-01-2020 09:05

Falando-se de crossovers e SUV, BMW sempre na linha da frente, entre marcas premium. E apesar de ter chegado tardiamente à categoria da moda, estreando-se em 1999 com o X5, recuperou o terreno perdido para os rivais, muito à custa do aproveitamento ótimo da estratégia de multiplicação da espécie, para competir em maior número de categorias. Numas com mais sucesso do que noutras…

Em 2018, na Europa, a marca de Munique travou no segmento dos compactos. Por isso, entre as prioridades do fabricante, versão revista e atualizada do X1, com a espinhosa missão de reclamar lugar no pódio num segmento onde estão também Q3, GLA & Cia.!

O modelo já se vende em Portugal desde junho do ano passado, praticamente ofuscado pelo lançamento de geração nova do Série 1, agora baseado em variante otimizada da plataforma de tração dianteira estreada no Mini III, em 2014, e que a BMW também adotou como base do Série 2 Active Tourer, primeiro, e do Série 2 Gran Tourer e do X1, depois.

As mudanças no crossover não são muitas, mas significativas, comparando-o com a versão que saiu de cena. O modelo renovado, que conduzimos apenas com motorizações que não integram o catálogo da marca para o mercado nacional, adotou o novo rosto de família da BMW, com faróis mais rasgados na dianteira e grelha aumentada. Além destes, os faróis de nevoeiro também surgem redesenhados e posicionados nas entradas de ar dos para-choques, que também são novos.

Os retoques na estética estendem-se à secção traseira, que recebe novos para-choques e farolins totalmente redesenhados. Surgem ainda novas opções de cores – Jucarobeige, Misano Blue Metallic (exclusivo para a variante de equipamento M Sport; as linhas xLine e Sport completam a gama) e Storm Bay Metallic. As jantes também foram redesenhadas e existe agora a possibilidade de contar com a projeção luminosa do símbolo do X1 no chão sempre que se abre a porta.

No interior, um novo conjunto de estofos, com costuras coloridas, e a possibilidade de equipar o painel de bordo com ecrã tátil de 10,25 polegadas, que integra função de comandos por voz. A qualidade geral sai reforçada com a adoção de novos materiais e revestimentos. O habitáculo dispõe ainda de moderno sistema de luz ambiente configurável.

Já tecnicamente... tudo na mesma. A BMW não mexeu nas ligações ao solo, nem operou mudanças de fundo no habitáculo, mantendo as credenciais conhecidas na funcionalidade e na capacidade da bagageira, com 505 litros, na configuração standard. Rebatendo-se os encostos posteriores, 1550 litros. Os assentos dos bancos traseiros movimentam-se longitudinalmente até 13 cm e admitem a regulação da inclinação dos encostos (e, assim, mais conforto).

Os preços para a renovada gama X1 arrancam nos 39.050 euros, valor pedido para a versão sDrive16d, com motor a gasóleo de 1,5 litros, três cilindros e 116 cv, associado a uma caixa manual de seis velocidades. No catálogo dos Diesel, há ainda o sDrive18d, equipado com 2 litros de quatro cilindros e 150 cv, disponível com caixa automática e com preços a partir dos 48.100 euros. Com o sistema xDrive, de tração integral, está disponível por 50.400 euros.

Também com tração dianteira, a única versão a gasolina do crossover, é o sDrive18i, que viu a potência aumentar para os 140 cv. O preço para esta versão é de 40.900 euros.

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